Uma sessão

O que esperar
do processo analítico.

Cada análise é singular — mas o percurso, do primeiro contato à continuidade do trabalho, costuma seguir uma mesma estrutura.

Não existe uma fórmula para o que acontece dentro de uma sessão — isso se constrói entre duas pessoas, sessão após sessão. Mas o caminho até ali, e o modo como o processo se organiza no tempo, pode ser descrito com clareza.

  1. Primeiro contato

    Uma mensagem pelo formulário de agendamento ou pelo WhatsApp, com uma breve troca para entender o que motiva a busca e alinhar o formato — online ou presencial em Tremembé/SP.

  2. Primeira conversa

    Um encontro inicial mais detido: o que trouxe você até aqui, o que se espera do processo, e a apresentação do enquadre — horário, regularidade, sigilo.

  3. Processo contínuo

    Sessões regulares, com espaço de fala livre. A escuta combina a teoria psicanalítica — Freud, Bion, André Green — com a pergunta filosófica, quando ela ilumina o que está em jogo.

  4. Sem prazo fixo

    O processo caminha no ritmo de cada elaboração. Sua duração, e eventualmente seu encerramento, são pensados em conjunto — não seguem um cronograma predeterminado.

Filosofia e clínica, lado a lado

A teoria como instrumento — nunca como resposta pronta.

Freud, Bion e André Green oferecem uma linguagem para pensar o inconsciente, o pensamento e os limites da representação. A filosofia existencial — liberdade, finitude, angústia, responsabilidade — oferece outra, voltada às perguntas que cada pessoa faz sobre a própria vida. Na sessão, essas linguagens não competem: convergem, quando é útil, para ajudar a nomear o que ainda não tinha nome.

“A teoria entra na sessão como instrumento de escuta — nunca como resposta pronta para a vida de alguém.”

Agendamento

O primeiro passo é uma conversa.

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